quinta-feira, outubro 23, 2014

A virada e os crescentes números do Cartel MCs

Confira a matéria que escrevi sobre o Cartel MCs, especialmente para o Blog da  XXL Co. *55*, onde sou correspondente desde 2010:
"A virada e os crescentes números do Cartel MCs"


 Nova formação do Cartel MCs (Foto: Rafael Sorín)



Capa do novo terceiro álbum "Sin City" / Arte: Luiz Augusto Sará

quarta-feira, agosto 20, 2014

Promoção: Quanto você acha que vale?

:: Promoção Maluca ::

            Uma obra de arte tem valor imensurável. Mas também sabemos que a arte deve ser acessível, democrática, desapegada e rentável. Estou entrando em um novo momento artístico, que exige juntar uma grana para investir no meu livro e queimar o estoque. Por isso resolvi lançar a promoção "QUANTO VOCÊ ACHA QUE VALE?". É uma espécie de leilão bem simples:

   Você gostou? Quer levar? Dê seu lance! Pode ser qualquer valor por obra. Pode arrematar mais de uma obra, ou todas se quiser! Só dar seu lance. Basta arriscar e aproveitar essa oportunidade única. 

:: ATENÇÃO:: 

As telas juntas estão avaliadas em um total de R$ 3.170,00. Mas quem dá o lance é você! QUEIMA DE ESTOQUE! Os lances mínimos são a partir de R$100,00 por obra ou R$ 600,00 pelo conjunto da obra. Lembrando que, quem der mais, leva!


O autor do melhor lance, além de levar a(s) peça(s), de brinde leva um exemplar do meu livro "Instintiva - Em Prosa & Verso" autografado: 


       

       PARTICIPE!


          Para participar é bem fácil: deixe seu comentário nesse post (Não se preocupe, pois seu lance ficará oculto no Blog) ou mande um email com seus Dados Pessoais (Nome Completo, Endereço e Telefone) o Nome da Tela e o Valor do seu Lance para moniquebarcellos@gmail.com. A promoção é válida até que todas as peças sejam vendidas.


As peças abaixo que estão à venda (Clique na imagem para ampliar):

"Itaúna Psy" - Tamanho - 21,5 x 27 cm


"Leão Conquistador" - 70 cm x 100 cm

Premiado no II Salão de Artes Plásticas e Literatura 2012, realizado pela ABD (Associação Brasileira de Desenho e Artes Visuais), Troféu Criatividade! Concorrendo com telas do Estado do Rio e do Brasil


"Peacock" - 100 cm x 70 cm. Textura em alto relevo para deficientes visuais

"Monkey Pop Song"

Tamanho - 27 x 21,5 cm




segunda-feira, novembro 18, 2013

Ser Laranjeira

:: Poesia Nova ::  


SER LARANJEIRA


          Quando tudo o que se tem é um beck, dinheiro, arredondamento de assuntos. As amizades começam simples e por motivos diversos.  O amor pode nascer e morrer na simplicidade de um golpe. Há de entender porque permanecem. Há quem diga sobre as minhas amizades, que não as cultivo bem, enquanto outros com a mesma retórica dizem que não existe ninguém mais amiga... É complicado. Não devo nada, fora da minha complexidade humana. Nem satisfações, nem refrões mais sábios, nem alertas, nem fábulas. 

         Não encontrei na minha esfera somente pessoas ruins, mas é a velha história da laranja podre entre as maduras. Cresci e apareci. Amadureci. Certa vez não acreditei - no alto da minha cegueira - no que  me disseram:   "Quando a gente ama a pessoa errada, é porque esta deve ser uma laranja verde que não chega a amadurecer, ela nem cai do pé e já apodrece". Hoje acredito nisso. 
          Acredito que não amadureci como uma laranja. Mas que sou uma laranjeira, frondosa, com meus espinhos, mas que tem frutos e sombra suficientes para florir a cada estação e receber cantorias de pássaros soltos. 
          Ainda almejo manter minha sombra e minhas raízes. Sem tirar o espaço todo do laranjal, sem cultivar pragas, sem frutos amargos. Espinhos sim, mas para proteger meu reino, feito de frutos doces e maduros, que são meus amigos, família. Se houver na terra uma semente, que seja você meu amor mais sincero e menos apaixonado para que tenha calma ao germinar, sem se preocupar com o doce falso de caixinha. 
          Quando tudo que se tem é um beck, uma confusão mental, uma paralisação do que seria fundamental por pura vaidade... Um beijo com força de adeus velado, de caso pensado... Prefiro minha amizade ou meu ódio sincero do que um amor forçado e mal pago com descaso. Porque amor com amor se paga. Não é o dinheiro, nem o beck, nem cuspir pra cima.
          Meu conforto é olhar para frente sabendo que o presente se vive, mas se almeja algo além dos frutos. Moral da história: o moralismo só serve para o falso ganhar espaço. Que seja a vida mais importante do que uma causa momentânea, uma relevância alavancada por hedonismo, vaidade e hipocrisia. O amor é um suco de laranja gelado no calor do meio-dia.